A escrever a "never-ending thesis" deu-me assim para as saudades... de tudo, de quem está longe e de quem está menos longe, de mim própria e do tempo para mim. Sempre reivindiquei tempo para mim, um direito que sempre teimei em não abdicar. Agora mesmo disse, se a neve pode vir roubar ao Sol o protagonismo que teve num dia solarengo e cobrir tudo de branco, eu vou aquecer o meu dia e vou escrever um post, que de interessante não tem nada, mas os minutos que levei a escrever/publicar foram meus. 1-0, hoje ganho eu.
quarta-feira, abril 18, 2007
terça-feira, março 06, 2007
Jason Mraz
A música dele não me sai da cabeça. The Remedy. É mesmo bom. Quando tudo o resto, ou quase tudo, corre mal, resta a música, que é sempre um bom remédio. Comigo costuma funcionar. Enjoy.
domingo, março 04, 2007
A minha vida anda tão desinteressante nestes últimos tempos (salvo algumas Excepções) que não tenho mesmo nada de significativo a assinalar. Os dias fazem-se de trabalho e de cada vez menos ânimo. Estou cansada, é a expressão do momento. Reitero o que desejei aqui há uns tempos atrás, queria adormecer hoje e acordar depois disto tudo acabar.
Reparo agora que o que ultimamente me move até aqui é o desânimo. Recorro ao blog depois das 16:00, quando não há coragem para ligar a ninguém em Portugal. Estou farta da diferença horária. Da distância que me separa dos sítios que me fazem falta. Deu-me assim para a nostalgia, para as saudades. De pessoas, de comidas, de sensações. Nos últimos tempos desenvolvi novos gostos, cultivei ódios de estimação, mas nem por isso deixei de ser quem sempre fui. Pessoa de lágrima fácil e sorriso franco. Hoje queria estar em Portugal, comer a açorda de marisco da minha mãe e os bolinhos da minha avó.
PS: Queria ver o eclipse lunar e estou no lado errado do planeta. :(
Reparo agora que o que ultimamente me move até aqui é o desânimo. Recorro ao blog depois das 16:00, quando não há coragem para ligar a ninguém em Portugal. Estou farta da diferença horária. Da distância que me separa dos sítios que me fazem falta. Deu-me assim para a nostalgia, para as saudades. De pessoas, de comidas, de sensações. Nos últimos tempos desenvolvi novos gostos, cultivei ódios de estimação, mas nem por isso deixei de ser quem sempre fui. Pessoa de lágrima fácil e sorriso franco. Hoje queria estar em Portugal, comer a açorda de marisco da minha mãe e os bolinhos da minha avó.
PS: Queria ver o eclipse lunar e estou no lado errado do planeta. :(
terça-feira, fevereiro 27, 2007
Azar
Azar, é estar numa estufa com quatro compartimentos e começar a pingar precisamente no local onde estou sentada (porque lá fora neva ininterruptamente e os vidros da cobertura da estufa já viram melhores dias, literalmente).
Azar revisitado
Azar, é mudar-me do sítio onde começou a pingar para um sítio ao lado e começar a pingar aí.
AZAR
Azar, é mudar a minha cadeira para o outro lado da sala e começar a pingar nesse preciso local.
PS: Aceitam-se definições melhores.
Azar revisitado
Azar, é mudar-me do sítio onde começou a pingar para um sítio ao lado e começar a pingar aí.
AZAR
Azar, é mudar a minha cadeira para o outro lado da sala e começar a pingar nesse preciso local.
PS: Aceitam-se definições melhores.
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
domingo, fevereiro 18, 2007
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
Paycheck
Pela primeira vez recebi um ordenado por prestação de serviços, não uma bolsa, ou pagamento de explicações, mas um verdadeiro cheque emitido por uma entidade empregadora (UNR). Como não se trata propriamente de um emprego não é assim muito emocionante, mas ainda assim, entra no meu currículo como sendo o meu primeiro emprego.
domingo, fevereiro 11, 2007
Sim
Porque acredito que as mulheres que o fazem, não o fazem “porque sim”, fazem-no “porque não”. Porque não existe planeamento familiar e educação sexual eficientes; porque não têm apoio, condições financeiras, psicológicas; porque não querem aquele futuro para o seu filho.
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Nuts
Quando se fala nos famosos processos americanos, em que alguém processou alguém por algo aparentemente ridículo, há quem duvide, mas ontem fui testemunha de que eles existem mesmo. O Scott, não um Scott qualquer, mas “o” Scott, com quem partilho casa há mais de um ano, só não processou uma companhia porque eles acederam ao pedido dele. Há umas semanas atrás partiu um dente a comer amêndoas, resolveu contactar a empresa e informar-lhes que a comer o produto deles lesou-se fisicamente, o que lhe causou danos financeiros. A empresa aceitou prontamente pagar as despesas médicas, e ele só teve de lhes enviar os raios-x e o recibo do médico. No questions. Acho isto extraordinário.
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
Estados físicos
Hoje constatei que a água passa mesmo do estado líquido ao sólido abaixo dos 0ºC. Sai de casa, atrasada, com o cabelo molhado, como sempre, mas mais do que o costume. Lá fora estava garantidamente uma qualquer temperatura negativa. Passados uns cinco minutos o meu cabelo congelou. Só as pontas, mas, ainda assim, foi difícil ver-me livre dos muitos cristais de gelo que se formaram. Parecia que de repente tinha o cabelo em rasta, uma rasta congelada, bem menos nojenta que a verdadeira, diga-se. Não gostei, repenso mesmo voltar a usar secador, eu que até me tinha habituado a não secar o cabelo de manhã.
Leite novo
Esta semana comprei 6 litros de leite de soja, acho que me converti completamente. Ainda não sou fã, mas já consigo tolerar, já consigo engolir sem me aperceber de que não estou a beber leite, mas antes uma água esquisita, to say the least.
