sexta-feira, novembro 16, 2007
quarta-feira, outubro 17, 2007
Pescada com presunto e arroz de cenouras
Ingredientes:
- Filetes de pescada
- Arroz basmati
- Presunto em fatias
- Cenoura
- Azeite
- Sumo de limão
- Alho em pó
- Orégãos
- Sal
Modo de preparação:
Temperar previamente a pescada com sumo de limão e alho em pó. Numa frigideira adicionar azeite, orégãos e alho em pó. Uma vez quente, mas não muito, adicionar presunto cortado em tiras finas, que se deixam aloirar. Por fim adicionar a pescada e cozinhá-la em lume brando. Entretanto, cortar cenouras em quartos muito fininhos e colocar em duas medidas de água, quando estiver a ferver temperar com sal e adicionar o arroz (100 g de arroz para duas pessoas).
Foi um sucesso.
- Filetes de pescada
- Arroz basmati
- Presunto em fatias
- Cenoura
- Azeite
- Sumo de limão
- Alho em pó
- Orégãos
- Sal
Modo de preparação:
Temperar previamente a pescada com sumo de limão e alho em pó. Numa frigideira adicionar azeite, orégãos e alho em pó. Uma vez quente, mas não muito, adicionar presunto cortado em tiras finas, que se deixam aloirar. Por fim adicionar a pescada e cozinhá-la em lume brando. Entretanto, cortar cenouras em quartos muito fininhos e colocar em duas medidas de água, quando estiver a ferver temperar com sal e adicionar o arroz (100 g de arroz para duas pessoas).
Foi um sucesso.
terça-feira, outubro 16, 2007
“D” de dona de casa
Passaram 13 dias desde que postei a última vez. O tempo passa a correr. Mas continuo sem ser doutora. Sou dona de casa. Dos afazeres que lhe estão associados, adoro passar a ferro, mesmo as camisas dele. Detesto lavar a loiça, e não o faço, faz ele, que é um querido (não temos máquina, nem quero, que desperdício de água!).
Hoje o jantar vai ser um inventanço. Telefono à minha mãe e pergunto-lhe uma receita que envolva pescada e presunto (saí para ir comprar pão e comprei estes dois itens; decidi que seriam os ingredientes do jantar, houvesse ou não receita que os incluísse). Diz que assim de repente não se lembra de nada. Eu vou inventando, então e se fritasse num pouco de azeite pedacinhos de presunto e depois fritasse a pescada, depois de temperada com limão e alho… disse que lhe parecia bem. A mim também. Acompanhada com arroz de cenouras ou puré, logo vejo. Amanhã comento.
Hoje o jantar vai ser um inventanço. Telefono à minha mãe e pergunto-lhe uma receita que envolva pescada e presunto (saí para ir comprar pão e comprei estes dois itens; decidi que seriam os ingredientes do jantar, houvesse ou não receita que os incluísse). Diz que assim de repente não se lembra de nada. Eu vou inventando, então e se fritasse num pouco de azeite pedacinhos de presunto e depois fritasse a pescada, depois de temperada com limão e alho… disse que lhe parecia bem. A mim também. Acompanhada com arroz de cenouras ou puré, logo vejo. Amanhã comento.
quarta-feira, outubro 03, 2007
De regresso
Depois de uma ausência de meses, estou de regresso, como o ano lectivo. Aconteceram muitas coisas, muitas mesmo, mas ainda não sou doutora nem outra coisa qualquer. Voltei para Portugal, saí de casa, mas não vivo sozinha. Este é o resumo daquilo que foram os acontecimentos mais marcantes dos últimos tempos.
Houve férias, duraram pouco, mas viram-se muitas coisas e percorreram-se muitos quilómetros, num só dia 1.300. O relato fica para um outro dia, que hoje não me apetece viajar pelas muitas fotos.
A casa nova enche-se de coisas IKEA, low-budget? talvez, prefiro pensar, good design. Pela primeira vez idealizo decorações que vão finalmente concretizar-se, depois de “projectos” pequeninos à escala da sala dos meus pais, a decoração da minha casa (que na verdade é “nossa”), está a meu (nosso) cargo. Houve uma altura que queria ser decoradora, talvez seja desta, por um mês ou dois, na minha própria casa.
Adoro encontrar peças baratas e cheias de graça que me oferecem sorrisos pela compra. Nem sempre tenho uma verdadeira utilidade para as mesmas, mas possuí-las compensa o trabalho em descobrir que uso lhes dar. Adoro moinhos de especiarias, peças em vidro grosso esverdeado e em porcelana branca.
Perguntam-me (nos) pela televisão. Respondo que não temos. Ele oscila, talvez sim. Eu oscilo, talvez não. Não sinto a falta, mas é impressionante o tamanho do peso de uma televisão na sala dos portugueses. Talvez ceda, talvez não.
Enquanto espero pela defesa da tese, vou fazendo aquilo que queria fazer e não podia, consumida pelo trabalho que dá fazer um doutoramento que teima em não querer cooperar. Com algum cepticismo, aceitei o desafio do The Secret. Não vi o filme, mas interessa-me o livro. Aconselho, mesmo aos mais cépticos.
Houve férias, duraram pouco, mas viram-se muitas coisas e percorreram-se muitos quilómetros, num só dia 1.300. O relato fica para um outro dia, que hoje não me apetece viajar pelas muitas fotos.
A casa nova enche-se de coisas IKEA, low-budget? talvez, prefiro pensar, good design. Pela primeira vez idealizo decorações que vão finalmente concretizar-se, depois de “projectos” pequeninos à escala da sala dos meus pais, a decoração da minha casa (que na verdade é “nossa”), está a meu (nosso) cargo. Houve uma altura que queria ser decoradora, talvez seja desta, por um mês ou dois, na minha própria casa.
Adoro encontrar peças baratas e cheias de graça que me oferecem sorrisos pela compra. Nem sempre tenho uma verdadeira utilidade para as mesmas, mas possuí-las compensa o trabalho em descobrir que uso lhes dar. Adoro moinhos de especiarias, peças em vidro grosso esverdeado e em porcelana branca.
Perguntam-me (nos) pela televisão. Respondo que não temos. Ele oscila, talvez sim. Eu oscilo, talvez não. Não sinto a falta, mas é impressionante o tamanho do peso de uma televisão na sala dos portugueses. Talvez ceda, talvez não.
Enquanto espero pela defesa da tese, vou fazendo aquilo que queria fazer e não podia, consumida pelo trabalho que dá fazer um doutoramento que teima em não querer cooperar. Com algum cepticismo, aceitei o desafio do The Secret. Não vi o filme, mas interessa-me o livro. Aconselho, mesmo aos mais cépticos.
sábado, julho 28, 2007
27 do 7 de 2007
Numa altura em que tenho decisões a tomar, consola-me saber que our choices have half chance, assim, o que quer que seja que escolha tem 50% de hipóteses de ser bem sucedido. O sítio de onde tirei este “ensinamento” ensinou-me outros. A voz, os conselhos, as verdades frias e duras ainda ecoam e fazem tanto sentido que os problemas de hoje passam a ser relativizados. Outro que me ficou foi o que diz para não nos preocuparmos com o futuro, ou que nos preocupemos se quisermos, sabendo que a preocupação é tão eficaz como tentarmos resolver uma equação de álgebra mascando uma pastilha elástica. Sabedoria popular de trazer por casa? Talvez, mas eu sempre fui uma pessoa muito caseira.
terça-feira, julho 24, 2007
First times
Existem muitas primeiras vezes na nossa vida, umas mais excitantes que outras, a de hoje foi interessante. Primeiro ensaio com radioactividade. Antes tive de fazer o curso para poder trabalhar com ela, e as únicas coisa que aprendi foi que as bananas são radioactivas e… a não ter medo nenhum de trabalhar com isto. O professor era tão relax em relação a radioactividade que mexo nela sem grandes problemas, o problema é que isso pode ser um problema. Não sei se gosto muito, ao menos fica o consolo de aquela com que trabalho não ser muito má, ainda que o facto de não a poder detectar facilmente seja pouco tranquilizador.
domingo, julho 15, 2007
Não é Natal, mas bem que podia ser
Diz-se que o Natal é quando um Homem quiser, a mim apetecia-me que fosse num destes próximos dias. Estou a precisar de uma surpresa, não de um presente que não sou mesmo nada dada a coisas materiais, mas de uma surpresa.
Acho que vou às compras esta semana, já não sou grande fã de ir às compras, mas está-me a apetecer. Se não for para mim, hei-de arranjar algo para alguém. Satisfaz-me igualmente dar ou receber presentes, mas caia-me bem uma surpresa agora.
A árvore de onde arranquei (ups!) o ramito da foto está à porta do meu lab, até à Natureza lhe apetece o Natal, verde e vermelho, como convém.
Acho que vou às compras esta semana, já não sou grande fã de ir às compras, mas está-me a apetecer. Se não for para mim, hei-de arranjar algo para alguém. Satisfaz-me igualmente dar ou receber presentes, mas caia-me bem uma surpresa agora.
A árvore de onde arranquei (ups!) o ramito da foto está à porta do meu lab, até à Natureza lhe apetece o Natal, verde e vermelho, como convém.
JJ
Conheci-o assim por acaso, já foi banda sonora de um daqueles momentos da minha vida e pode ser sempre. Jack Johnson. Aconselha-se. On and On.
quinta-feira, junho 28, 2007
Entregue
Após problemas com a impressão que não se chegaram a resolver, a tese foi entregue. En-tre-gue. Que venha a defesa.
quarta-feira, junho 27, 2007
Dúvidas desfeitas
E pronto, dúvidas desfeitas. O problema que me persegue há mais de um ano é agora uma certeza. Tenho uma trigonite, uma inflamação crónica do trígono, uma região da bexiga. Provoca dores, não tem cura e os tratamentos existentes para aliviar os sintomas são pouco eficientes. Não é novidade, mas confesso que tive um momento de pura tristeza, quando me apercebi que é mesmo para sempre. Sempre.
Ao mesmo tempo que estou a escrever este postzito estou a gravar os CDs com a minha tese para entregar amanhã. Com mais erro, menos erro. Está feita. Acabou.
Nem tudo tem de ser mau.
quinta-feira, junho 21, 2007
Boas...
…notícias para nós, mulheres. É a segunda vez que abro uma excepção para falar de breakthroughs na ciência. Há uns anos lembro-me de ter ficado alarmada com as descobertas relativas às terapias hormonais pós-menopausa, até guardei um artigo que ainda hoje tenho gravado no meu computador. A minha mãe tem alguns problemas hormonais e aquelas notícias eram mesmo alarmantes, a terapia seria, talvez, pior que não fazer nada (riscos coronários e de cancro de mama). Hoje, cientistas vieram admitir que houve um erro e que é afinal seguro recorrer às THM. Bom saber, pela minha mãe, por mim, por todas nós.