quinta-feira, janeiro 26, 2006
terça-feira, janeiro 17, 2006
Tempo de fim-de-semana
Já alguém se interrogou sobre o porquê de termos mau tempo aos fins-de-semana? Passamos os dias de semana fechados em edificios com mais ou menos janelas a ver o sol que faz lá fora, enquanto estamos a trabalhar, e acordamos Sábado de manhã com um dia de chuva. São Pedro não contente com isso presenteia-nos com um Domingo igualmente molhado! Começo de mais uma semana, leia-se segunda-feira, e o sol volta a brilhar. Eu acho que isto tem a ver com o trafégo. Qualquer coisa que resulta de mais ou menos gases na atmosfera que influencia a formação de nuvens. Não vou elaborar muito sobre isto que não sou muito dada a questões meteorológicas e são 7:57 da manhã!
segunda-feira, janeiro 16, 2006
quinta-feira, janeiro 12, 2006
É para amanhã… mas devia ser para hoje
Não, não é a letra de uma música, é mesmo o que tenho andado a fazer nos últimos… anos. Adio tudo.
Adio encontros com amigos (não me esqueci do fim-de-semana prometido!)
Adio o curso de fotografia, o de mergulho e o de vela.
Adio a entrada na “minha” casa nova.
Adio confissões.
Adio conversas.
Adio sorrisos.
Adio-me.
Adenda ao post anterior:
13. Mais concretizações e menos projectos por concretizar.
Adio encontros com amigos (não me esqueci do fim-de-semana prometido!)
Adio o curso de fotografia, o de mergulho e o de vela.
Adio a entrada na “minha” casa nova.
Adio confissões.
Adio conversas.
Adio sorrisos.
Adio-me.
Adenda ao post anterior:
13. Mais concretizações e menos projectos por concretizar.
domingo, janeiro 01, 2006
Desejos para 2006
Este ano, pela primeira vez, desde que me lembro, não comi as doze passas à meia-noite, nem pedi nenhum desejo, mas tenho-os. São muitos, mais do que alguma vez. Resumo-os a doze.
1. Felicidade (e podia ficar-me por aqui, que isto inclui tudo o que se segue)
2. Saúde
3. Amor
4. Amigos
5. Sorte
6. Acabar o doutoramento.
7. Acabar o doutoramento orgulhosa do que fiz.
8. Acabar o doutoramento orgulhosa do que fiz e sem culpas pelo que não fizer.
9. Ter algum tempo livre para uma ou outra escapadela às pipetas e caixas de Petri.
10. Dias produtivos com o máximo de 12 horas e (alguns) fins-de-semana longe do laboratório.
11. Noites de sono de 8 horas.
12. Ficar ao lado de quem amo. (em último lugar, não por ser o menos importante, mas porque deixo sempre as coisas mais doces para o fim)
1. Felicidade (e podia ficar-me por aqui, que isto inclui tudo o que se segue)
2. Saúde
3. Amor
4. Amigos
5. Sorte
6. Acabar o doutoramento.
7. Acabar o doutoramento orgulhosa do que fiz.
8. Acabar o doutoramento orgulhosa do que fiz e sem culpas pelo que não fizer.
9. Ter algum tempo livre para uma ou outra escapadela às pipetas e caixas de Petri.
10. Dias produtivos com o máximo de 12 horas e (alguns) fins-de-semana longe do laboratório.
11. Noites de sono de 8 horas.
12. Ficar ao lado de quem amo. (em último lugar, não por ser o menos importante, mas porque deixo sempre as coisas mais doces para o fim)
quinta-feira, dezembro 29, 2005
Colecções
Há quem coleccione selos, canetas, relógios, calendários, eu colecciono frases. Encontrei uma muito boa, pela qual poderia reger a minha vida:
Life is not measured by the breaths we take, but by the moments that take our breath away.
Não sei de quem é, provavelmente de alguém que a seguia à risca e a quem pouco importava que os outros soubessem que a frase era sua.
Life is not measured by the breaths we take, but by the moments that take our breath away.
Não sei de quem é, provavelmente de alguém que a seguia à risca e a quem pouco importava que os outros soubessem que a frase era sua.
segunda-feira, dezembro 26, 2005
Post Scriptum
Porque faço muito uso dele, reservo-lhe, hoje, um post! Foi criado para colmatar esquecimentos, mas assumiu vida própria. O PS, nos dias de hoje, deveria ter outro significado. Na era dos e-mails podemos sempre acrescentar texto mesmo depois de assinarmos, não o fazemos propositadamente, porque queremos dizê-lo em PS. Porque Sim. Porque Sei que essa vai ser a última coisa que o outro vai ler, e provavelmente a que vai reter. Fica aqui a tributo ao PS, que uso muitas vezes para dizer as coisas mais importantes e que já me disse tantas coisas que queria “ouvir”!
Tolerância de ponto
Porque ontem foi Natal, resolvi dar-me a mim própria um presente extra e, aproveitando a tolerância de ponto, hoje não fui para o laboratório. Fui à Ericeira. Estava a chover, mas nem mesmo debaixo de uns aguaceiros antipáticos desisti de ver o mar, não um mar qualquer, mas o mar da Ericeira. Conheço-lhe o cheiro, as cores, e as marés, sei onde são os melhores lugares para nadar, os lugares a evitar e não consigo passar muito tempo sem o ver. Desde que nasci que a Ericeira é destino de fim-de-semana e aprendi com o meu avô materno a amá-la (há quem a deteste!). Durante muito tempo disse que iria viver para lá, hoje já não faz parte dos meus planos a curto/médio-prazo, mas um dia talvez acabe os meus dias a ver o pôr-do-sol na praia que me viu crescer.
domingo, dezembro 25, 2005
É Natal
Pois é, mas quase não dei por ele. Sempre fui fã do Natal, quando era pequena participava activamente na decoração da casa dos meus avós, onde costumava passar o Natal. Hoje já não passo lá o Natal e este ano, em particular, nem a árvore de Natal fiz (fez a minha mãe, após muito insistir comigo de que estava na altura de a fazer). Dizem que quando crescemos o Natal deixa de assumir a importância que enquanto crianças lhe damos, talvez seja essa a razão para o desinteresse, talvez não, a verdade é que este foi o Natal menos natalício que já tive. Continuo, no entanto, a gostar de músicas de Natal. Gosto de música, hei-de gostar sempre de músicas de Natal!
segunda-feira, dezembro 12, 2005
Regresso ao “lab”
Foram só três meses fora, mas quase me sinto uma estranha no “meu laboratório”, aquele que vi nascer desde pequenino. Foi bom reencontrar os meus colegas daqui, mas estaria a mentir se dissesse que não sinto falta do meu laboratório emprestado de Reno e dos colegas e da agitação de um laboratório grande. O regresso é mais que certo.
sexta-feira, dezembro 09, 2005
quinta-feira, dezembro 08, 2005
It’s the little things!

À chegada a casa fui surpreendida com algo que os meus pais preparam para mim enquanto estive fora. Não era um carro novo, ou uma decoração nova no quarto (ainda bem!), era uma coisa muito mais simples, que eu lhes pedia há já uma eternidade: o jardim relvado (por enquanto só metade!). Adoro o verde da relva, o cheiro dela quando cortada e as gotinhas de água a escorregarem pelas folhas após ser regada. Definitely, it’s the little things!