quinta-feira, agosto 28, 2008
quarta-feira, agosto 27, 2008
De chita ao ombro
O saco da foto tem anos, tantos que me é difícil lembrar quantos. Foi a minha avó que o fez com um tecido que eu escolhi (chita portuguesa) e comprei na loja de tecidos mais bonita que conheço, na Ericeira. Hoje, um saco quase igual, mas sem direito a forro e bolsinhas a condizer :) custa vários Euros (à venda, por exemplo, na loja da Rosa Pomar ou na A vida portuguesa). Este ano voltei a usá-lo no Verão e o meu namorado até reparou nele, perguntou-me se o tinha comprado antes de irmos de férias. Não, não foi o caso. Já o tinha, desde o preparatório.Agora o padrão é outro, escolheu-o a minha avó, e lá vai sair mais um saco de Verão de chita.
Para o ano há mais idas à praia de chita ao ombro.
Indignação
Ontem foi a segunda vez, no espaço de 2 semanas, que chego ao laboratório e tudo o que é amovível do chão está algures em cima de bancadas e secretárias (um pé da cadeira estava mesmo dentro do alimentador de papel da impressora). Ontem fiquei tão irritada, que nem reparei que, tal como da última vez, as coisas saem do chão, mas o chão não é efectivamente limpo. O que me tirou do sério foi ver o recipiente do lixo contaminado com brometo de etídeo (que é cancerígeno, para os que não sabem, como elas) em cima de um monte de géis de electroforese que estavam a secar em cima de uma bancada. Há que ter o mínimo de bom senso e estas senhoras não o têm. É assustador imaginar o como tudo deve estar contaminado com alguma coisa. Mas não são propriamente as senhoras as culpadas, são outros os órgãos competentes que, em última instância, são os responsáveis pelo mau serviço prestado pela empresa contratada. E pronto, já que no mês de Agosto tenho tido como maior companhia as senhoras da limpeza, vou abster-me de fazer mais queixas (mas que as há, há).
quinta-feira, agosto 21, 2008
En tus brazos
Apaixonei-me por esta animação:
http://www.entusbrazos.fr/
ou
http://www.youtube.com/watch?v=3PU5Tsx36E0
http://www.entusbrazos.fr/
ou
http://www.youtube.com/watch?v=3PU5Tsx36E0
sexta-feira, agosto 15, 2008
Perdida
Ontem perdi a minha pulseira preferida. Que tristeza.
Comprei-a em NYC há mais de dois anos atrás.
Nem consigo percorrer o caminho onde acho que a perdi, porque foi num sítio que não conheço, e nem assim deixo de acreditar que ainda a vou recuperar.
:(
Comprei-a em NYC há mais de dois anos atrás.
Nem consigo percorrer o caminho onde acho que a perdi, porque foi num sítio que não conheço, e nem assim deixo de acreditar que ainda a vou recuperar.
:(
sábado, agosto 09, 2008
Episódio
À porta do Museu da Cidade, um carro cheio de gente pára e uma senhora no banco de trás pergunta:
- O Jardim Zoológico fica aqui perto?
- Não, ainda fica um pouco afastado!
(“Vês, eu bem te disse que não era aqui!”, diz para o motorista)
- E a Praça do Chile?
- Também não é nesta zona.
(“Estás a ver!”, diz a senhora, notoriamente indisposta com a situação)
- E o Oceanário?
- Bom, também não é aqui perto, mas é fácil indicar-lhe o caminho. Tem de dar a volta…
- O Jardim Zoológico fica aqui perto?
- Não, ainda fica um pouco afastado!
(“Vês, eu bem te disse que não era aqui!”, diz para o motorista)
- E a Praça do Chile?
- Também não é nesta zona.
(“Estás a ver!”, diz a senhora, notoriamente indisposta com a situação)
- E o Oceanário?
- Bom, também não é aqui perto, mas é fácil indicar-lhe o caminho. Tem de dar a volta…
sexta-feira, agosto 01, 2008
Lab alone
Dia 1 de Agosto e não vi vivalma no piso onde trabalho, suponho mesmo ter estado sozinha em todo o edifício. Por um lado, o paraíso, por outro, o inconveniente de estar tudo fechado e a chave da 24 ter desaparecido. Tive de chamar os seguranças duas vezes.
Quão inteligente é dizer a um homem que se está sozinha num piso de um edifício? Desconfio que não muito, mas, menos-mal, era o segurança.
Quão inteligente é dizer a um homem que se está sozinha num piso de um edifício? Desconfio que não muito, mas, menos-mal, era o segurança.
Baixa em saldo
Noutro dia fui às compras. Ia só comprar um livro à Bertrand, mas acabei por ser engolida pelos saldos da Baixa. Sempre fui às compras à Baixa, embora nos últimos tempos tenha sido tentada pelos convenientes centros comerciais. Havia algum tempo que o gostinho pelas mãos cheias de sacos andava em parte incerta, que dois anos nos Estados Unidos, mais propriamente em Reno, deixam moça. Na Baixa de Reno perdiam-se fortunas e criavam-se milionários nos casinos, juntavam-se trapinhos, eventualmente com uma taxa de alcoolémia acima da média, nas wedding chapels, e pouco mais. Nada disso me aconteceu, feliz ou infelizmente, mas a falta de lojas interessantes deixou-me o roupeiro cheio das clássicas T-shirts brancas, polos e polares. Tem-se vindo a renovar nos últimos tempos, mas a gaveta das T-shirts brancas continua e continuará a existir.
Entrei nas lojas para ver os saldos, mas a verdade é que as novas colecções é que despertaram o meu interesse. Ainda por cima agora veste-se tops e mangas curtas no Inverno*. Quem é que resiste?
*Confesso que não tenho saudades nenhumas da existência de um roupeiro de Inverno e um de Verão. Da mudança do roupeiro à chegada de uma nova estação. No meu antigo quarto tinha dois roupeiros, um onde tinha a roupa em uso e o outro com a roupa da outra estação. Agora fundem-se naturalmente, só mesmo as camisolas de lã e os blusões quentes é que ainda ficam de parte até serem novamente necessários. Por falar em blusões, este ano quero comprar uma gabardine.
quinta-feira, julho 31, 2008
Zipper needed
terça-feira, julho 15, 2008
Thievery
Foi o Shawn que me deu a conhecer e fez com que me tornasse fã. Thievery Corporation dão um concerto em Paredes de Coura. Álbum de eleição, The Richest Man in Babylon. Se ouvirem preparem-se para algo diferente e aprendam a ouvir. É uma mistura de jazz, soul, world beat (Afro-beat, Brazilian dance, Persian, Indian music, reggae, etc). Questionem-me o gosto, mas não a qualidade do som.
De volta
Estou de volta ao laboratório de sempre. Sinto a falta da dinâmica do meu antigo laboratório do lado de lá do Atlântico, a espreitar o Pacífico, mas até aprecio a calma que se vive por estes dias no laboratório, e com o tempo hei-de adaptar-me novamente. Hoje até vesti bata, coisa que não fazia há anos.