quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Nuts

Quando se fala nos famosos processos americanos, em que alguém processou alguém por algo aparentemente ridículo, há quem duvide, mas ontem fui testemunha de que eles existem mesmo. O Scott, não um Scott qualquer, mas “o” Scott, com quem partilho casa há mais de um ano, só não processou uma companhia porque eles acederam ao pedido dele. Há umas semanas atrás partiu um dente a comer amêndoas, resolveu contactar a empresa e informar-lhes que a comer o produto deles lesou-se fisicamente, o que lhe causou danos financeiros. A empresa aceitou prontamente pagar as despesas médicas, e ele só teve de lhes enviar os raios-x e o recibo do médico. No questions. Acho isto extraordinário.

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Estados físicos

Hoje constatei que a água passa mesmo do estado líquido ao sólido abaixo dos 0ºC. Sai de casa, atrasada, com o cabelo molhado, como sempre, mas mais do que o costume. Lá fora estava garantidamente uma qualquer temperatura negativa. Passados uns cinco minutos o meu cabelo congelou. Só as pontas, mas, ainda assim, foi difícil ver-me livre dos muitos cristais de gelo que se formaram. Parecia que de repente tinha o cabelo em rasta, uma rasta congelada, bem menos nojenta que a verdadeira, diga-se. Não gostei, repenso mesmo voltar a usar secador, eu que até me tinha habituado a não secar o cabelo de manhã.

Leite novo

Esta semana comprei 6 litros de leite de soja, acho que me converti completamente. Ainda não sou fã, mas já consigo tolerar, já consigo engolir sem me aperceber de que não estou a beber leite, mas antes uma água esquisita, to say the least.

sexta-feira, janeiro 26, 2007

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Greens


Os meus dias são passados entre elas. Até lhes acho graça e as minhas são das mais giras da green-house, mas gostava de lhes ver o número reduzido e os resultados no meu caderno. Hoje dependo delas e não elas de mim, sabem que tenho de as tratar bem e dão-se ao luxo de crescer devagar, de alcançarem tamanhos descomunais até se lembrarem de que é hora de florir. Sem flores não há pólen e eu trabalho com ele.

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Ao contrário das imagens, o antes e depois do ibuprofeno foi igual, não me fez nada. Hoje sinto-me bem e quis dizer isso mesmo aqui, àqueles que me ouvem as queixas dos últimos meses. Hoje, debaixo de neve, mas também de um céu azul lindo, estou animada. :)
10 de Janeiro de 2007: o dia em que cedi ao ibuprofeno. Hoje foi ela que venceu.

terça-feira, janeiro 09, 2007

Atrasos

Hoje o meu despertador não tocou. Acordei 16 minutos atrasada. Cheguei 10 minutos atrasada à reunião das 10:00. Faltei à reunião das 15:00. Planeio atrasar a hora de me deitar e vou atrasar a hora de jantar. Por uma boa causa, tenho trabalhos de casa. Vou deixar-me de distracções (postagens) e trabalhar, que 27 de Março (a minha deadline) está quase aí. Sou uma doutoranda cada vez mais alerta de que isto um dia tem de terminar, mas ainda não o suficiente. Tenho um capítulo escrito, outro a meio, mas a introdução está difícil de ser introduzida. Anseio pelo dia em que a vou salvar em formato pdf.

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Santa Maria (del Buen Ayre)

Ouvia-a pela primeira vez no “Shall we dance?”, é absolutamente fantástica. Número 5 do albúm La Revancha del Tango dos Gotan Project. Só por causa desta música apetecia-me aprender a dançar tango.

Janelas


Se me fosse dado a escolher escolhia abri-las a todas, às janelas, às que dão para o futuro. Queria mesmo poder saltar para o dia a seguir a apresentar a tese, o dia antes de ir de férias, o dia :)

Brancos

Acabei de ver que tenho seis cabelos brancos (tenho mais, de certeza). A idade vai avançando e os cabelos perdem o castanho. Nunca quis ter o cabelo de outra cor. Gosto do meu castanho, que se aclara no Verão, à medida que a pele se bronzeia.
Antes arrancava os cabelos brancos que iam aparecendo, mas já não o faço. Talvez um dia os pinte, agora parecem-me bem, talvez porque só eu os veja, por debaixo dos castanhos.

quinta-feira, janeiro 04, 2007


À espera (ainda) de melhores dias.
Sem dramatismos, que não tenho tempo para isso, mas 2007 não começou direito, como eu desejava. Mantenho a esperança. O 7 é o meu número preferido.