…Makeover: Home Edition, da abc, é agora o meu programa favorito. Adoro decoração e depois, ninguém pode ficar indiferente à parte solidária, que é, aliás, a força motriz do programa. Em Extreme Makeover realizam-se sonhos a pessoas que nunca antes tinham tido a ousadia de os sonhar.
sábado, janeiro 05, 2008
quinta-feira, janeiro 03, 2008
“Factos estranhos”
Encontrei isto na revista Saber Viver e fiquei estupefacta com a veracidade dos factos. Digam lá se isto se aplica a vocês?
Coisas esquisitas que são muito, mas mesmo muito normais
na vida de uma mulher
{1}
Dizer “está tudo bem” quando não está.
{2}
Ficar rabugenta quando está cansada.
{3}
Inscrever-se no ginásio e desistir três meses depois.
{4}
Chorar frequentemente e sentir-se aliviada por isso.
{5}
“Descarregar” o mau-humor em quem mais gosta.
{6}
Sentir-se feliz após um abraço.
Bom, isto até pode não se aplicar a nenhuma de vocês que está a ler isto, mas a mim assenta-me que nem um a luva, com excepção da 3, que nunca me aconteceu (mas comprar equipamentos de ginástica para usar em casa e fazer várias promessas de que é desta que vou fazer exercício regularmente em casa, sim, mas nesse caso não dura nem três semanas).
Coisas esquisitas que são muito, mas mesmo muito normais
na vida de uma mulher
{1}
Dizer “está tudo bem” quando não está.
{2}
Ficar rabugenta quando está cansada.
{3}
Inscrever-se no ginásio e desistir três meses depois.
{4}
Chorar frequentemente e sentir-se aliviada por isso.
{5}
“Descarregar” o mau-humor em quem mais gosta.
{6}
Sentir-se feliz após um abraço.
Bom, isto até pode não se aplicar a nenhuma de vocês que está a ler isto, mas a mim assenta-me que nem um a luva, com excepção da 3, que nunca me aconteceu (mas comprar equipamentos de ginástica para usar em casa e fazer várias promessas de que é desta que vou fazer exercício regularmente em casa, sim, mas nesse caso não dura nem três semanas).
“Felicidade é…
Passagem de Ano
Foi mais ou menos atrasada, como, ouvi dizer, a do Parque das Nações. Não nos apercebemos e quando se fazia a contagem decrescente corremos para o champanhe, aliás, espumante, as 12 passas e só algum tempo depois brindámos ao Ano Novo (com letra maiúscula). Foi calminha, como a do ano passado, num sítio a voltar.
Horas
Foi com ele que vi as horas passar desde Fevereiro de 2005 a Agosto de 2007. Disse a mim mesma que o ia usar até ao final do doutoramento (a parte prática, que a defesa foi só em Novembro), aquele tipo de “promessa” que não serve mesmo para nada. Houve dias em que as horas passaram mais depressa e dias em que passaram extraordinariamente devagar. Houve horas Felizes e horas tristes. Houve muitas coisas boas e muitas coisas más. Porque 2007 passou tão depressa que quase não dei por ele, sinto-me obrigada a juntar 2006 a 2007 para conseguir acreditar que tanta coisa tenha acontecido em tão pouco espaço de tempo. Mudei muito desde então, umas coisas para melhor, outras para pior. Aprendi muitas coisas, cresci muito enquanto pessoa, mas também fiz coisas que nunca imaginei fazer e chorei como nunca, fica o consolo de também ter chorado várias vezes de pura Felicidade. Que o ano de 2008, que oferece mais um dia que 2007, traga também muitas horas Felizes.
quarta-feira, dezembro 26, 2007
A tradição já não é o que era ou talvez sim
Não se fez árvore de Natal, só presépio.
Em noite de consoada comeu-se bacalhau… na broa, em vez do típico e deslavado bacalhau cozido.
A consoada foi servida no serviço Vista Alegre, a única altura do ano em que sai do aparador.
Os presentes abriram-se na manhã do dia 25, como sempre.
Viram-se muitos filmes, mas “Música no coração” não.
Comeram-se muitos doces. Acho difícil que esta “tradição” mude algum dia.
Apontamento para denunciar a fraude deste Natal.
A Vila Natal em Óbidos. Cinco Euros por neve falsa do mais sem graça que possam imaginar, uma pista de gelo minúscula e uma de esqui ainda mais pequena. Se muitos foram lá por causa dos filhos, eu fui lá por causa da minha mãe, que gosta de Óbidos. Eu nem por isso. Já agora, a Festa do chocolate, agendada para Fevereiro, também é bem dispensável.
A consoada foi servida no serviço Vista Alegre, a única altura do ano em que sai do aparador.
Os presentes abriram-se na manhã do dia 25, como sempre.
Viram-se muitos filmes, mas “Música no coração” não.
Comeram-se muitos doces. Acho difícil que esta “tradição” mude algum dia.
Apontamento para denunciar a fraude deste Natal.
A Vila Natal em Óbidos. Cinco Euros por neve falsa do mais sem graça que possam imaginar, uma pista de gelo minúscula e uma de esqui ainda mais pequena. Se muitos foram lá por causa dos filhos, eu fui lá por causa da minha mãe, que gosta de Óbidos. Eu nem por isso. Já agora, a Festa do chocolate, agendada para Fevereiro, também é bem dispensável.
terça-feira, dezembro 18, 2007
quarta-feira, dezembro 12, 2007
Quantos quê!?
Hoje fui fazer um electrocardiograma. O médico, senhor de alguma idade, perguntou-me com um sorriso, “Quantos meninos é que tem?”, respondi também com um sorriso, “Nenhum.”, mas não sei que pensar desta pergunta. Não tenho ar de ser mais velha do que sou (acho que antes pelo contrário), não sou gordita e cabelos brancos não são muitos os que se vêem (agora só tenho visto um). Enfim, se calhar é melhor habituar-me a estas e outras perguntas do género, eu que achava que só ia ter problemas com a pergunta referente ao meu emprego. Qual emprego!?
sábado, dezembro 01, 2007
São 23:23, ontem fui dormir tarde e hoje levantei-me cedo, bem que podia estar a dormir, mas não, deu-me para isto, para vir até aqui. Coloquei o livro que ando a ler de parte e abri o laptop. Se tivesse o today’s mood, como alguns blogs têm, seria Serenidade (gosto de escrever com maiúsculas as palavras que acho importantes). É curioso que nos dias que correm alguém ou alguma situação me permita sentir assim, porque não sei o que vou estar a fazer no próximo mês, nem onde, ainda assim, hoje sinto-me coberta com um manto protector que me aquece e me aconchega.
Ontem fui buscá-lo ao aeroporto. Já nos encontrámos tantas vezes num aeroporto. Gosto. Não costumo falar aqui dele, do meu Amor, mas hoje apeteceu-me, sei que ele não vai gostar quando ler, mas que me desculpe, que hoje apetece-me.
Há uma coisa que gosto muito de fazer quando me sinto como hoje, dizer Obrigada, por isso, Obrigada. Estava mesmo a precisar de um dia assim.
Ontem fui buscá-lo ao aeroporto. Já nos encontrámos tantas vezes num aeroporto. Gosto. Não costumo falar aqui dele, do meu Amor, mas hoje apeteceu-me, sei que ele não vai gostar quando ler, mas que me desculpe, que hoje apetece-me.
Há uma coisa que gosto muito de fazer quando me sinto como hoje, dizer Obrigada, por isso, Obrigada. Estava mesmo a precisar de um dia assim.
sábado, novembro 17, 2007
The day after
Assim como quem tem uma depressão pós-parto, eu hoje estou para aqui meio tristita. Não que quisesse voltar à situação anterior, nem mesmo depois de ter dado umas respostas durante a defesa das quais me arrependo (por estarem incrivelmente erradas), não queria repetir. É algo que tenho plena consciência da singularidade que lhe está associada. Defesa só há uma. Aliás, se calhar podia doutorar-me noutra área e voltar a defender, mas… não, isso não vai acontecer.
Pronto, agora que já “mandei cá para fora” o que me vai na alma de pós-doutorada, vou mudar de assunto. Este blog deixou (pelo menos por uns tempos) de ser de uma cientista. Neste momento a única coisa que me liga à ciência é uma bolsa de pós-doutoramento que ainda não foi iniciada. A ciência é, hoje, algo que foi para reciclar (os muitos artigos, que, sem olhar, foram direitinhos para o contentor azul).
[impõe-se um espaço físico entre temas]
Rearrumei o roupeiro. Roupa de Verão para as gavetas de baixo, roupa de Inverno para as de cima, que desde ontem que o frio se faz sentir por terras de Lisboa (o meu pai registou 4ºC hoje de manhã muito cedo no interior do carro). Ao contrário de muita gente, não vejo nada de positivo no Outono/Inverno. Detesto frio, chuva, dias pequenos, e estar a meses da chegada do Verão. OK, vá lá, existem castanhas e o Bolo-rei, que gosto, incluindo as frutas, ao contrário da maioria. Dizem-me que é preciso chuva, sim, eu sei. Que chova, de noite.
Pronto, agora que já “mandei cá para fora” o que me vai na alma de pós-doutorada, vou mudar de assunto. Este blog deixou (pelo menos por uns tempos) de ser de uma cientista. Neste momento a única coisa que me liga à ciência é uma bolsa de pós-doutoramento que ainda não foi iniciada. A ciência é, hoje, algo que foi para reciclar (os muitos artigos, que, sem olhar, foram direitinhos para o contentor azul).
[impõe-se um espaço físico entre temas]
Rearrumei o roupeiro. Roupa de Verão para as gavetas de baixo, roupa de Inverno para as de cima, que desde ontem que o frio se faz sentir por terras de Lisboa (o meu pai registou 4ºC hoje de manhã muito cedo no interior do carro). Ao contrário de muita gente, não vejo nada de positivo no Outono/Inverno. Detesto frio, chuva, dias pequenos, e estar a meses da chegada do Verão. OK, vá lá, existem castanhas e o Bolo-rei, que gosto, incluindo as frutas, ao contrário da maioria. Dizem-me que é preciso chuva, sim, eu sei. Que chova, de noite.